O Futuro da Justiça é o tema do 7º Colóquio Luso-Brasileiro do IASP

03 de maio de 2019

Por Avocar Comunicação

Com eventos em Lisboa, Braga e Porto, o encontro entre acadêmicos e estudiosos do Direito portugueses e brasileiros discute temas contemporâneos comuns aos dois continentes

Com o intuito de ampliar as discussões jurídicas para além do Brasil, o Instituto dos Advogados de São Paulo (IASP) promove o 7º Colóquio Luso-Brasileiro, com eventos nas cidades de Lisboa, Braga e Porto, entre 6 e 10 de maio. O tema geral desse ano é “O Futuro da Justiça”.

A abertura acontecerá na Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa (FDUL) com a presença do diretor da FDUL, Pedro Romano Martinez, e do presidente do IASP, Renato de Mello Jorge Silveira, entre outros convidados.

“Não há dúvidas de que esse intercâmbio é enriquecedor, colocando no palco internacional questões contemporâneas comuns aos dois países e continentes”, afirmou Renato Silveira.

Os temas que serão discutidos ao longo da semana são:

• As antinomias jurídicas e a polêmica do diálogo das fontes

• O direito é uma arte com regras; não uma ciência com leis

• O poder judicial em Portugal e os meios de comunicação social

• A tecnologia, privacidade e os limites impostos pelo Direito: debate sobre a transmissão dos julgamentos pela TV e pela Internet

• A eficiência da Justiça. Dos poderes, deveres e da responsabilidade do juiz.

• Reflexões sobre as relações trabalhistas após as recentes reformas legislativas em Portugal e no Brasil

• Tecnologia e inteligência artificial – riscos e benefícios para a Justiça e para a Sociedade

• A Psicologia judiciária no futuro dos tribunais

• Direito à proteção de dados pessoais e o dever de prestar informações à Administração Pública

• Combate à corrupção: dilema entre a impunidade e o punitivismo

• Novos horizontes do direito sucessório no Brasil e em Portugal

Os debates acontecerão também na Universidade do Minho e na Faculdade de Direito da Universidade Lusíada do Porto.

Saiba como foi o evento em 2018, clicando aqui.

Luís Indriunas